A Cruz e o Direito

Por Barão Matheus Gonzales Dias

Pela Santa Cruz nossa sociedade viveu, mas ao que podemos referir esse sucesso?

Os ocidentais vivem desde a antiguidade inúmeras ameaças, seja pelos persas, otomanos, mulçumanos, russos ou chineses.

O que sempre nos vem à cabeça: “-Como sobrevivemos? As chances foram mínimas!”.

O mundo ocidental de hoje, podemos dizer, é a união da filosofia dos antigos gregos, dos romanos e dos primeiros cristãos. Nossa cultura foi cristalizada por esses povos e ao longo dos séculos sobreviveu devido a inúmeras respostas. São elas: cruzadas, inquisição, contra-reforma etc.

De fato, o que ajudou e muito, se encontrando até nos dias atuais no subconsciente do homem moderno: o pensamento Cristão.

E por quê?

Depois da Revolução Francesa, apenas duas famílias reais sobreviveram na Europa, embora uma satélite (na Espanha). A família real de Portugal ficou inviolada, o que manteve a estabilidade estatal. Já na Espanha a família real francesa, sobreviveu pelos Bourbons.

Mas, independente desta breve contextualização histórica, o que Santa Cruz representa no mundo do direito?

Primeiro pelo lado humano, todos homens são iguais perante a lei, o que colocamos como o lenho horizontal do crucifixo.

No lenho vertical temos a lei dos homens que levam a Deus, ou seja, a Santa e Apostólica Igreja. Isso quer dizer que, embora nosso clero já tenha a missão de levar as almas aos céus, o poder do rei (ou secular), também tem esse propósito, pois se unirmos os dois lenhos, no fim temos a Santa Cruz, objeto da salvação da nossa alma.

É por isso que o Direito sempre utiliza a Santa Cruz como instrumento da justiça e da verdade

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