‘Ucranização’ é obrigatório para conservadores

Documentário do cineasta independente Black Dog, com narração do excelente Raul Veiga relembra e homenageia a brava luta do povo ucraniano, durante 93 dias, contra o ditador comunista Víktor Yanukóvytch que causou 125 mortes, mais de 65 desaparecidos e 1890 feridos. A saga é repleta de lições para o momento que estamos vivendo.

Falar de Ucrânia sempre causa um aperto no peito de quem conhece os horrores que Stalin impôs ao povo, matando mais de dez milhões de pessoas de fome, incluindo crianças, com sua política genocida de exportação de alimentos (holodomor).

O histórico do povo com autoritarismo russo levou à intolerância com o regime comunista do qual Yanukóvytch era entusiasta.

O político, adepto do comunismo russo, se elegeu em 2004, baixo alegações de fraude, dando origem à chamada Orange Revolution, retratada em diversas obras, ocasionando a primeira deposição pela comprovação da fraude. Esse método comunista de acessar o poder, infelizmente, não nos é estranho.

Porém, em 2010 sua eleição não foi contestada e seus gestos em direção à Rússia durante seu governo, mesmo diante de prejuízos nacionais, suscitaram suspeitas no povo, ocasionando o Euromaidan, no final de 2013 (conjunto de protestos que objetivavam a deposição de Yanukóvytch).

Iniciados na condição de protestos estudantis, contando com poucas centenas de pessoas, foram atraindo cada vez mais pessoas, até chegar a milhares de ucranianos, gerando momentos de coragem e sacrifício lendários.

Durante esse período, houve repressão desproporcional e covarde em diversos episódios pela polícia comunista (Berkut), atacando a tiros e granadas uma multidão desarmada e posteriormente destruindo até um hospital de campanha, matando a muitos.

A saga do povo ucraniano nos traz o alerta de que a polícia na mão de governantes autoritários, como na recente pandemia de COVID19 e suas medidas draconianas tomadas por governantes próximos à países comunistas, é fator de massacre de cidadãos desarmados e que todo sistema totalitário começa com o desarmamento da população.

Por todas estas lições o documentário é essencial para compreender o momento em que vivemos e o que pode ser necessário para escapar de um sistema corrupto, totalitário e comunista.

O documentário desnuda táticas comunistas de controle populacional, dando lições práticas sobre o valor da liberdade e alerta para procedimentos de repressão de movimentos de rua, como infiltração de ‘black blocs’ e ‘antifas’ nas manifestações e outros métodos de estamentos totalitários para manutenção do poder como nomeação de ‘cortes e tribunais corruptos’ e ‘negociações políticas espúrias’.

A proximidade do Brasil com a Venezuela, a condição cada vez mais grave da Argentina, as alegações de fraude em eleições de países vizinhos, sempre beneficiando candidatos socialistas, o Foro de São Paulo em plena atividade na América Latina e própria luta no Brasil, aonde o estamento não aceita o governante eleito pelo povo e tem aderido à diversos procedimentos totalitários, alerta que podemos ser nós que, em breve, tenhamos que fazer nosso “Brasilmaidan”. Assista agora.

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