O tênue limite entre o Estado Laico e a Cristofobia

De acordo com a Wikipédia (https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Estado_secular) “um estado secular ou laico é um conceito do secularismo (…) não apoiando e nem se opondo a nenhuma religião. Em tese, portanto, todas as doutrinas deveriam ser livres em todos os espaços públicos.

Mas o avanço do Conservadorismo em lugares que antes era amplamente dominado pela esquerda, acabou revelando um lado cruel que já vinha ganhando corpo já há alguns anos, mas que agora ficou escancarado – a cristofobia.

Os ataques, que antes eram em igrejas e também com perseguição aos cristãos, especialmente em países do oriente, predominantemente islâmicos ou comunistas, agora volta seu alvo para o ocidente.

Aqui no Brasil, isso se intensificou a cada manifestação de fé cristã – mesmo que seja uma opinião nas redes sociais. Exemplos não faltam, como no caso da deputada Jandira Feghali (PCdoB), que, como boa comunista, criticou o presidente da ANVISA (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no último dia 10, simplesmente porque ele usava um símbolo de ordem religiosa na gravata. O ódio deles contra quem é religioso é indisfarçável.

Desde o início da pandemia, o que mais se viu foram igrejas sendo fechadas e atividades suspensas por conta do contágio. Com o tempo, elas reabriram, porém ainda com muitas restrições. A sanha autoritária de quem deseja ter o controle nas mãos vai exigir cada vez mais que não só manifestações religiosas, como também seus símbolos sejam banidos – sob o pretexto de laicidade do estado – de espaços públicos e privados ou mesmo da casa das pessoas.

Se nada for feito, muito em breve seremos relegados às catacumbas, como nos primórdios do cristianismo – já que qualquer demonstração pública de fé é tida pelo pessoal da ala progressista da sociedade como obscurantismo. A diferença é que, da primeira vez que esse tipo de movimento começou a chegar por esses lados tínhamos cavaleiros templários, que deram suas vidas para preservar o ocidente.

Hoje, com essa sociedade relativista e que tenta a todo custo reduzir a fé a um mero simbolismo, caminhamos a passos largos rumo ao precipício. Que Deus nos ajude!

Artigo originalmente publicado no site Vida Destra, em 16/02/2021.

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