Concurso de Cafés Especiais do Estado do Rio de Janeiro entra na fase decisiva

Região Noroeste se destaca com oito dos nove finalistas

Via Assessoria de Imprensa da SEAPA – RJ

O café da Região Noroeste, que é responsável por 80% da produção do estado, está se destacando pela qualidade. Vêm de lá oito dos nove finalistas do IV Concurso de Cafés Especiais do Estado do Rio de Janeiro, realizado pela Associação dos Cafeicultores do Estado do Rio de Janeiro (Ascarj), com apoio da Secretaria de Estado de Agricultura, da Emater-Rio, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e do Sebrae. Os cafés que disputarão o título já foram depositados, para a avaliação do júri, na Cooperativa de Café do Norte Fluminense (Coopercanol), em Varre-Sai, cidade que, sozinha, produz 45% do café fluminense.
O objetivo do concurso é incentivar a produção de grãos especiais no estado. Com qualidade superior, eles são selecionados e alcançam melhores preços no mercado. A final do concurso será dia 30 de janeiro, com a divulgação dos resultados e leilão virtual dos cafés finalistas, e poderá ser acompanhada pelas redes sociais da Ascarj.
– A qualidade dos nossos cafés é destaque em todo país e já vem ganhando espaço no exterior. Resultado do trabalho contínuo realizado pela Emater e pela Pesagro em pesquisa e assistência técnica no campo. Além disso, mantemos uma linha de financiamento, via Agrofundo, para fomentar a produção e dar capacidade operacional aos produtores – afirma o secretário de Agricultura, Marcelo Queiroz.
Extensionista rural da Emater-Rio, Gustavo Polido destacou que, mesmo com as dificuldades enfrentadas no ano passado devido à pandemia, o concurso teve um número expressivo de participantes, vindos de cidades variadas, pois foi registrado aumento no número de municípios inscritos.
– Ações como esta, de mobilização dos produtores, têm refletido em um aumento na produção de cafés especiais – destacou Gustavo.
O produtor Fidélis José de Oliveira Rodolphi, que acompanhado da esposa Alyne Chryslla possui três lotes de cafés na final do concurso, falou da valorização dos cafeicultores promovida pelo concurso.
– O trabalho de excelência, que gera um café de altíssima qualidade, ganha visibilidade. O Rio de Janeiro produz ótimos cafés, assim como outras regiões do Brasil. Para nós já é um prêmio ter três lotes classificados para a fase final – afirmou Fidélis.
Outro finalista é o produtor Ênio Geraldo Marqueline Neles, vencedor do Rio Coffee Nation em 2020.
– Este ano foi muito difícil, eu não sabia se ia ter concurso. Porém, graças ao trabalho de parceiros como a Secretaria de Agricultura, Emater-Rio, Sebrae e Ascarj, nós estamos realizando uma edição muito competitiva – disse Ênio.

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