O que espero de 2021 no jornalismo independente: minha decisão por noticiar fatos e opiniões conservadoras

[Opinião conservadora]

Apesar de ser uma missão desafiadora vou ser breve.

O ano passado teve pontos bons e pontos ruins, mas creio que o pior foi ter uma “pequena noção do abismo” que separa “o mundo”, da fé em Deus. Uma fé transformadora que protege a mente e o coração, impedindo que o pavor tome conta das mentes.

Percebi, também em 2020, o tamanho da maldade humana, como visto nas aprovações de assassinatos durante o pré-natal, na Argentina e outros países.

A comemoração foi hedionda, uma festa pela morte de inocentes. Para estes, nenhuma aglomeração existe; para nós, mesmo as mínimas, em família, se tratam de ‘genocídio’.

Vimos a estrutura corrupta e carcomida da velha política instaurada nos poderes, anulando as forças do Executivo e impedindo o avanço das pautas conservadoras. Eles são tão descaradamente ditatoriais, corruptos e ignóbeis, mas se acham “boas pessoas, democráticas”!

Tudo isto relatado por uma mídia rica, mas muito rica mesmo. Suas fontes de financiamento e “passadas de pano” para os políticos, corruptos e militantes de esquerda são estarrecedores. Tamanho poderio é assustador para um jornalista independente.

Em outro tempo fomos, enquanto cidadãos, alienados, muito alienados acerca da política. Da parte do Rio, digo que nunca se conformou em deixar de ser a capital do país e isso além de mexer com a autoestima do fluminense se tornou uma dor. Como lidar com uma dor? Ingerindo um analgésico, esperando passar, fingindo que não existe.

Neste cenário, desde que não mexêssemos com os oligopólios, com o estamento burocrático, teríamos tudo em termos de liberdades. O preço era deixarmos a “classe política livre, leve e solta” para fazer todas as suas monstruosidades, como costumava ser antes de 2013.

Contra o erário público, vale tudo impunemente. Quando nos levantamos contra isso, com as ideias de nova política; combatendo a mídia mentirosa e putrefata, começaram nossos problemas.

A velha mídia não é o quarto poder: é o quarto componente de uma quadrilha, que vem assaltando o país há décadas.

Seus componentes são, via de regra, pessoas distantes do povo; sem ética; elitizados em tudo que se possa imaginar; mentirosos como se pode ser, em se tratando de militância comunista e, na maioria, meros adoradores do “deus do dinheiro”. Quem pagar comprará paz, boa imagem, cobertura para atividades ilegais, bastando “liberar uma verba”.

Pessoas terríveis. Capazes das piores hipocrisias. E julgam os outros com todos os rótulos atribuíveis a si mesmos. Colocam jugo pesado nas outras pessoas e não carregam nem 1 grama desse fardo. Isto é característica de seus jornalistas.

A lista de hipócritas é grande, não cabe aqui.

Assim, em 2020 decidi mudar o meu hobby bonito, lúdico e agradável, para a escrita. Bem como decidi dividir a dedicação da minha profissão, exercendo-a mais como trabalho comum, não como sacerdócio, que me consumia inteiramente.

Percebi que a vida era mais do que o Direito, com sua insuficiência para resolver os problemas atuais da vida conservadora.

Principalmente nesse momento, diante de tribunais com a inteligência jurídica corrompida, não vejo como, neste âmbito, continuar lutando pelo que é bom, justo e belo.

Ora, não seria eu, se escolhesse ficar inerte, diante do que considero ser injusto.

Minha gênese é lutar por justiça, porém agora tenho buscado lutar também por meio do jornalismo, da comunicação. Aproveitei o tempo da pandemia para me qualificar mais e pudesse tocar assim a empreitada: ‘-So help me God’.

Não quero ser vista como a ‘persona’ censurada, perseguida, conforme a advertência de Cristian Derosa, a quem muito admiro. Esse não é o papel que eu desejo nessa vida. Como tudo que faço, quero fazer bem feito. De forma eficaz, competente, ajudando o país por meio da integridade, da inteligência, da verdade.

Confesso que é bem difícil ver o que se escreve por aí. A profusão de mentiras, de crimes de calúnia, de injúria e difamação travestidos de ‘jornalismo’ é imensa.

Esses profissionais não fazem uma auto análise, para ver o quão horrendo é o seu autoritarismo. O “fascismo” de querer determinar o que é verdade; o que “o povo” deve saber; como o povo deve saber.

Querem ditar o pensamento alheio e, se não são obedecidos, assassinam a reputação da vítima, por meio de publicações e republicações dos textos difamatórios em todos os jornais do ‘cartel’.

O mundo que estão desenhando é muito parecido com o que existiu no império romano, onde apenas uma elite decidia tudo, inclusive votando (porque possuíam recursos para comprar material bélico e defender a cidade) e havia uma massa de escravos sem direitos, os quais não tinham poder de escolher rigorosamente nada. Tudo era decidido por essa elite.

Meu consolo é saber que a Bíblia não relatou um bom destino para Roma, aquela que matou Jesus. Angustiante saber também que, mais uma vez, a história se repete. Roma tenta matar Jesus e até consegue infligir, durante alguns momentos, essa morte. Até que Jesus a venceu na ressurreição e, com Ele, todos vencemos.

Essa é a nossa esperança, a esperança pela qual vivemos e lutamos contra o gigante formado pela grande mídia e estamento, os quais impedem o país de evoluir.

Para identificar ‘quem ou que faz parte do estamento’, basta pensar em tudo que se via como: ‘falta de vontade política’, ‘excesso de burocracia’ e ‘corrupção generalizada’, tudo isso é estamento. É feio de ver, do lado de fora.

Ainda, 2020 nos mostrou que existe um estamento globalista a dominar todo o mundo.

O mesmo estamento globalista que age financiando grandes mídias, que detratam e atacam valores nacionais; assassinam reputações de figuras que se deve respeitar; pois não são somente pessoas, mas representantes de um povo que o elegeu, como o Presidente Bolsonaro.

Sustentam movimentos violentos, que desunem as pessoas, famílias e democracias e praticam atos destrutivos contra patrimônios, história, imagem das pessoas… detratando e destruindo aquilo que levamos tanto tempo para construir: um arcabouço de liberdades individuais, que garantisse uma vida com liberdade.

Foi por ver tudo isto acontecendo que decidi sair do meu lugar de acomodação e fazer alguma coisa. Se me sinto pequena e incapaz de fazer a diferença? Claro que sim; mas a verdade possui força e nessa força pretendo continuar.

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