A conduta imoral da imprensa: comentário sobre texto de Alberto Manuel Vara Branco.

Tudo aquilo que vai contra a moral é um crime contra a deontologia. O código deontológico é então uma extensão da Ética. Os profissionais devem agir, acima de tudo, com dignidade e lisura. Há, atualmente, uma tendência para afirmar a dimensão da estética dos novos dispositivos da informação, do funcionamento do campo dos media, e esquecer as outras dimensões da experiência, nomeadamente a que tem a ver com a adequação dos discursos, com aquilo a que se referem, bem assim com o que tem a ver com os valores que servem de quadro legitimador da experiência, enfim, com a dimensão ética.

O texto do Sr. Alberto é excelente no sentido de “dever ser”, porque na maioria da mídia brasileira, a que chamamos de “mainstream”, tudo o que se vê são mentiras, narrativas ideologizadas, maciçamente progressistas, enganações cartelizadas, maquinações e muita censura e distorção da realidade.

Sempre que ocorre uma nova invenção técnica, aparece uma nova interrogação ética acerca do seu valor e discussões acerca das normas que devem reger a sua aplicabilidade.

Pode-se mensurar que se enxergue como ameaça de seu status quo. Mas também não é possível que se considere aceitável a promoção de um boicote à evolução tecnológica favorável porque um pequeno grupo se sente ameaçado. É o mesmo argumento dos taxistas em relação aos motoristas de aplicativo.

A solução deste conflito raramente passa pela ruptura para com o quadro axiológico, mas passa pela reformulação, tendo em vista adequá-la à nova experiência tecnológica, reformulação essa que se traduz num processo de redefinição mais abstrato dos valores, de modo a abarcar no seu todo os novos procedimentos técnicos.

Agências checadoras de fatos (verdadeiros ministérios da verdade) agem dentro das plataforma de mídias sociais censurando pessoas, agindo para derrubar páginas que alcançam relevância – por conexão com pautas caras à sociedade – alcunhando por isso todos os temas populares de “fake news”, fazendo aparas no discurso das pessoas, não visando a verdade (porque muitas vezes a verdade está no texto) mas promover a narrativa hegemônica.

O ético define tudo aquilo que é a realidade técnica para uma cultura e/ou sociedade numa determinada época da história.

Exatamente por isso que esses “cartéis de informação” se confirmam reciprocamente, construindo uma muralha de narrativa e censura, que, contrariando toda a técnica jornalística, ao invés de constituir uma “provocação”, uma “denúncia” passível de retificações, acabam por se arvorar como prova irrefutável!

Jornalistas sinceros que mantém seu discurso e integridade jornalística como Fiuza, Augusto Nunes, J.R.Guzzo e Rodrigo Constantino são alcunhados de “obscurantistas” por pensar diferente da maioria. Divergir e inquirir no Brasil é crime! Muito disso se deve à atuação censora das agências de checagem e da ação criminosa, enquanto difamatória, da mídia mainstream cartelizada.  

Assim, o valor económico de uma rádio, de um jornal, por exemplo, é diretamente dependente dos níveis de audiência e não da interferência nos fatores de produção, nomeadamente a redução dos tempos de fabrico, de aceleração das cadências ou da diminuição do consumo de energia ou dos materiais utilizados. É este valor de incorporação que define os novos media como dispositivos. O processo de incorporação está assim para os dispositivos dos media, como o trabalho e a produção estão para as máquinas industriais. É neste sentido que, a nosso ver, devemos relembrar a expressão de McLuhan: o medium é que é a mensagem. Doutra maneira, podemos referir que é a mediação do corpo ao mundo que importa, e que a incorporação da experiência define a natureza específica deste tipo particular de técnica, designada pelo nome de dispositivo.

Ou seja, esse trecho confirma nossos argumentos, se trata de uma incapacidade de aceitar que outras mídias façam sucesso.

Ao invés de dar um passo atrás e adotar uma estratégia moderna que traga sucesso como canais de comunicação e jornalismo independentes no YouTube preferem usar a força do monopólio global e dos cartéis globais de informação para desinformar.

A falta de qualidade e de respeito ao pensamento conservador do brasileiro médio (farto de tanta manipulação na notícia comparando notícias entre noticiários da grande mídia) ocasionou esse descolamento do discurso midiático do pensamento popular.  

Os homens relacionam-se com o bem e com o mal, segundo os seus atos morais. Isto significa que, para a diferenciação ética dos atos humanos, deve ter-se em consideração a mesma pessoa humana como uma integridade individual. A medida para definir estes atos é a razão.

Chamar jornalistas independentes de desinformantes, blogueiros, fake news, etc., são táticas de desumanização do oponente, agindo por meio da desacreditação, para destruir a credibilidade destes.

O pior é que aqueles que adotam essa tática quando se referem a um programa independente de sucesso e que esteja sob ataque, apenas atraem para si total desprezo da audiência do programa independente e cultivam a longo prazo ondas de agressão, como a Rede Globo vem sofrendo nos últimos tempos.

Decerto não é desejável que uma grande empresa e empregadora sucumba, mas na verdade esse sucumbir ocorre somente por conta dos atos de repressão e boicote totalmente desproporcionais, além de desinformação e subversão de valores tradicionais da sociedade que essa mesma emissora vem praticando reiteradamente.

Nada disso é ético.

Parte final:

O maior dom do homem e o seu mais valioso direito é a liberdade. A Ética e, por conseguinte, a deontologia como parte da moral social, limita esta liberdade porque regula a conduta humana, baseando-se nos princípios que dão razão para que algo seja como é.
O homem não se encontra só no mundo e necessita de respeitar a liberdade dos demais para que seja respeitada a sua liberdade. A obrigação moral ou ética é a necessidade própria do ser livre e social. A deontologia abarca, numa parte a profissão com todas as suas consequências morais, conduta e consequências humanas, matéria essencial à Ética.
Em resumo, cabe enumerar os seguintes direitos fundamentais da pessoa: o direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal; o direito à alimentação, ao vestuário, à saúde, ao descanso, ao ócio; o direito à liberdade de expressão, à educação e à cultura; o direito à liberdade de pensamento, de consciência e de religião; o direito a estado de vida e a fazer família; o direito à propriedade, ao trabalho e a um salário; o direito de associação e reunião; o direito à emigração e à participação na vida política.
É preciso recuperar urgentemente o verdadeiro rosto do homem com o fim de fundamentar sobre bases sólidas um humanismo que responda à dignidade da pessoa humana e que considere o homem como um fim e não um meio.

Essa conclusão é, além da beleza e do poder de síntese, um reclame pungente para todo o sistema de mídia mainstream brasileiro.

Por ignorar o “verdadeiro rosto do homem” e violar um a um os direitos de divergência de opinião, de tomar decisões sobre a própria vida, de liberdade de escolha, de se expressar sem censura fascista das agências de checagem de fatos, de educar-se sem militância e ter acesso à cultura plural; de pensar e viver de maneira conservadora e cristã, de ser pró-vida, de defender seu conceito de família; de lutar por sua propriedade e escolher aonde colocará seus recursos e tempo, o direito de trabalhar e receber apoios visando o trabalho e sustento; o direito de associar-se e reunir-se com iguais (direitos políticos dos cristãos e conservadores), todos esses direitos vem sendo cerceados pelas agências de checagem de fatos, redes sociais e mainstream media hegemonicamente tomadas por doutrinas marxistas, bem como boa parte, senão a maioria das redações de jornalismo e das faculdades.

Tudo isso forma um sistema opressivo e repressivo que persegue o pensamento, a sobrevivência e a vida dos conservadores, como se vê nos recentes ataques, amplamente apoiados pela mídia e agências de checagem, bem como dos Sleeping Giants.

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